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Bernardo Ferreira © Ana Monteiro

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Bernardo Ferreira

Violoncelo

Bernardo Ferreira, violoncelista oriundo da Covilhã, venceu o Prémio Jovens Músicos – RTP Antena 2, na categoria superior, sendo também distinguido com o Prémio Círculo Richard Wagner e o Prémio Maestro Silva Pereira / Jovem Músico do ano 2026.

Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, foi galardoado com o Prémio Paulo Gaio Lima (2023) e o Prémio Helena Sá e Costa (2022). É violoncelista do BEYRA Laboratório Artístico e membro fundador do Cecília Quartet. Atualmente a frequentar o Mestrado em Perfomance Artística na Universidade de Artes de Zurique, Suiça, com Thomas Grossenbacher, terminou, com classificação máxima, tanto a sua Licenciatura como o Mestrado em Interpretação Artística na classe do professor Filipe Quaresma na ESMAE. Integra também a prestigiada Gustav Mahler Jugendorchester.

Iniciou os seus estudos de violoncelo no Conservatório Regional de Música da Covilhã na classe da professora Joana Almeida. Posteriormente estudou com Liliana Vianez com a qual concluiu o 4º ano de iniciação ao violoncelo. Continuou os seus estudos com Rogério Peixinho ingressando em 2015 no ensino profissional de música na EPABI na Covilhã, com o qual concluiu o 12º ano (8º grau de violoncelo), alcançando classificação máxima.

Realizou Masterclasses e cursos de aperfeiçoamento em violoncelo moderno e violoncelo barroco com Ana Raquel Pinheiro, Bruno Borralhinho, Carlos Leal Cardín, Elisabeth Fürniss, Frans Helmerson, Filipe Quaresma, Fernando Santiago, Konstantin Heidrich, Levon Mouradian, Márcio Carneiro, Martti Rousi, Ophélie Gaillard, Olaf Reimers, Pieter Wispelwey, Ricardo Mota, Rogério Peixinho e Varoujan Bartikian. Trabalhou com diversos maestros, tais como Ajtony Csaba, Bruno Borralhinho, Cesário Costa, Gustavo Delgado, Jan Wierzba, Javier Viceiro-Felgueira, José Eduardo Gomes, Martim Sousa Tavares, Osvaldo Ferreira, Pablo Urbina, Peter Askim e Peter Rundel, este último em colaboração direta com o renomado Remix Ensemble Casa da Música, tendo participado também na Remix Academy Special Edition.

Já se apresentou em algumas das maiores salas portuguesas e europeias tais como a Casa da Música (Porto), Teatro São Luiz (Lisboa), Elbphilarmonie (Hamburgo), Kulturpalast (Dresden), Concertgebouw (Amsterdão) e na Berliner Philharmoniker (Berlim).

Participou por duas ocasiões no Concurso Internacional do Fundão – 2017 e 2018 – nas quais obteve o 2º Prémio (2018) e o Prémio de Melhor Candidato da Beira Interior (2017).

Em 2021 apresentou-se pela primeira vez a solo com a ONJ – Orquestra Nacional de Jovens, sob a direção de Jan Wierzba. Como vencedor do Prémio Helena Sá e Costa de 2021/2022 tocou a solo com a Orquestra Sinfónica da ESMAE em maio de 2023 o concerto para Violoncelo e Orquestra de Antonín Dvorák. Também como vencedor do Prémio Paulo Gaio Lima apresentou-se a solo com a Orquestra Metropolitana de Lisboa em Março 2025 com o concerto para Violoncelo e Orquestra no 1 de Dmitri Shostakovich.

Em dezembro de 2025 apresentou-se num recital para violoncelo solo com o violoncelo Domenico Montagnana, que pertenceu a Guilhermina Suggia, num ciclo de concertos dedicados à violoncelista portuense.

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