Nuno Côrte-Real

compositor & maestro

Nuno Côrte-Real tem vindo a afirmar-se como um dos mais importantes compositores portugueses da atualidade. Das suas estreias destacam-se 7 Dances to the death of the harpist na Kleine Zaal do Concertgebouw em Amsterdam, Pequenas músicas de mar na Purcel Room em Londres, Concerto Vedras na St. Peter’s Episcopal Church em Nova York, Novíssimo Cancioneiro no Siglufirdi Festival em Reikiavik, e Andarilhos - música de bailado na Casa da Música no Porto. Dos agrupamentos que têm tocado a sua música destacam-se o Remix Ensemble, Royal Scottish Academy Brass, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orchestrutopica, e solistas e maestros como Lawrence Renes, Julia Jones, Stefan Asbury, Ilan Volkov, Kaasper de Roo, Cristoph Konig, David Alan Miller, Paul Crossley, John Wallace, Mats Lidström, Rui Pinheiro e Cesário Costa.

A sua discografia inclui canções tradicionais portuguesas nas editoras Portugal Som e Numérica, Pequenas Músicas de Mar na editora Deux-Elles, o bailado Andarilhos na editora Numérica em co-produção com a Casa da Música, e Largo Intimíssimo na austríaca Classic Concert Records. Em Outubro de 2012 teve o seu primeiro CD monográfico, VOLUPIA, editado pela Numérica.

No mundo da ópera e do teatro, Nuno Côrte-Real trabalhou com, entre outros, Michael Hampe, Maria Emília Correia, Paulo Matos e Margarida Bettencourt. Em Junho e Setembro de 2007 apresentou com grande êxito as óperas de câmara A Montanha e O Rapaz de Bronze, encomendas da Fundação Calouste Gulbenkian e Casa da Música, respetivamente. Em Março de 2011, apresentou no Teatro Nacional de São Carlos a ópera Banksters, com libreto de Vasco Graça Moura e encenação de João Botelho, espetáculo que obteve um êxito inaudito na história recente da música contemporânea portuguesa.

Como maestro, Nuno Côrte-Real tem dirigido orquestras como a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra do Norte, Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orchestrutopica, Orquestra Sinfónica I Maestri (Londres), Ensemble Darcos, e Camerata du Rhône (Lyon). É fundador e diretor artístico do Ensemble Darcos, grupo de música de câmara que se dedica à interpretação da sua música e do grande repertório europeu, e assina artisticamente a Temporada Darcos, série de concertos sinfónicos e de câmara, realizados no concelho de Torres Vedras. Tem participado em vários festivais de música, onde se destacam o Festival de Sintra e de Póvoa de Varzim, e dirigido solistas tais como Artur Pizarro, Alexey Sychev, Giulio Plotino, Filipe Quaresma, Pedro Saglimbeni Muñoz ou Filipe Pinto Ribeiro.

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